Luz é um fenômeno que intriga cientistas há
muito tempo. Os próprios gregos já haviam indagado
a respeito de sua natureza, chegando a duas conclusões, por
vezes conflitantes, que alternavam a preferência dos estudiosos:
uma acreditava que todo objeto visível emitia uma torrente
constante de partículas luminosas, que eram captadas por
nossos olhos. A oposição acreditava sair dos nossos
olhos uma onda vibratória que atingia os objetos e tornava-os
visíveis.
Tinha-se então duas teorias: Partículas e ondas. As
partículas propagavam-se como gotas saindo de uma mangueira,
e as ondas, como uma pedra atirada na água. Tratava-se apenas
de especulações sobre a natureza e, embora a discussão
sobre a teoria de partículas e ondas tenha perdurado até
o início do séc. XX, hoje sabe-se que ambas teorias
estavam certas, ainda que parcialmente.
A primeira descoberta importante surgiu ainda na Grécia com
Heron, de Alexandria, que, fazendo experiências com espelhos,
descobriu que a luz caminha em linha reta, o que levou à
seguinte lei: o ângulo de incidência é igual
ao ângulo de reflexão.
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