CINEMA - HISTÓRIA E LINGUAGEM

por Inácio Araujo *

PROGRAMA 2007

2o semestre - O Cinema Moderno

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1o semestre

1. INTRODUÇÃO (5 e 6/2)
Objetivos e método do curso. O cinema como única arte com origem popular
(na visão de Panofsky).
O cinema como arte tecnológica: a passagem do mudo ao sonoro – vista a partir de “Cantando na Chuva”. O trauma da introdução do som: “O Cantor de Jazz”.
A arte da era do maquinismo – a fronteira com a indústria – na sociedade do espetáculo.


SURGIMENTO DO CINEMA E FORMAÇÃO DA LINGUAGEM

2. LUMIÈRE, MÉLIÈS E O PRIMEIRO CINEMA (12 e 13/2)
O surgimento do cinema no fim do século 19 e o estabelecimento dos dois princípios básicos: o cinema como documento (Lumière) e como sonho (Méliès). As primeiras criações estilísticas: a não estaticidade de Lumière, a trucagem em Méliès. O surgimento da indústria (Pathé).
Revisão da historiografia clássica, que observa os primórdios do cinema e um bebê que dá seus primeiros passos. Hoje admite-se que este cinema dos primórdios corresponde a um outro tipo de espetáculo. Apresentação de vários filmes ingleses, franceses e americanos da primeira década do séc. 20 e do final do século 19.


3. D.W. GRIFFITH– SURGIMENTO DA LINGUAGEM CLÁSSICA
(26 e 27/2)


Filmes base: “The Lonely Villa”, “The Lonedale Operator”.
O surgimento da linguagem narrativa tal como a conhecemos ainda hoje. Procedimentos criados ou sistematizados por Griffith: a idéia de plano, a decupagem clássica (divisão em planos), a montagem alternada, a câmera transparente, a importância da luz, a busca do realismo, a psicologia e a subjetividade. Como todo o movimento de Griffith, a partir de 1908, leva a uma nova compreensão do cinema, que se consubstancia na linguagem clássica e no filme de longa metragem, a partir de 1915. Trechos de “Way Down East”.

4. A ESCOLA RUSSA - REVOLUÇÃO E MONTAGEM (5 e 6/3)
Filme base: “O Encouraçado Potemkin”.
A influência de Griffith. A montagem como base do cinema. A experiência Kulechov. A montagem estrutural de Pudovkin. Eisenstein e a busca de uma nova narratividade, proletária, a partir do uso da montagem. O épico e o patético. Dziga Vertov e o documentário.
Filme complemento: “O Homem com a Câmera”, de Dziga Vertov.


5. A ESCOLA ALEMÃ 1 (12 e 13/3)
Filme base: “O Gabinete do Dr. Caligari”
O surgimento do cinema alemão de qualidade como decorrência da 1a. Guerra Mundial. Presença do romantismo. Influência de Max Reinhardt. Importância da luz e da cenografia. A derrota na guerra e a emergência de forças irracionais. Características do expressionismo e sua presença em “O Gabinete do Dr. Caligari” e “O Golem”. Nem todo cinema alemão dos anos 20 é expressionista. O fantástico em F.W. Murnau. Outras escolas: o kammerspielfilm (Murnau), o realismo social (Pabst), a comédia.

6. SURREALISMO, “AVANT GARDE”, ESCOLA DINAMARQUESA
(19 e 20/3)
Filme base: “L’Age d’Or”
A revolução de “L’Âge d’Or”. O cinema fora da indústria. Tradição poética do surrealismo. A arte dos artistas: Picabia, Fernand Léger e outros. Antonin Artaud e “A Concha e o Padre”. “Vampiro”, de Dreyer: como Dreyer associa o mundo dos vivos e o dos mortos. O protestantismo e a idéia de tolerância (a herança de Griffith e o posterior combate ao nazismo). Combate à influência teatral. Dreyer na França (“A Paixão de Joana D’Arc”).

7. ERICH VON STROHEIM E O NATURALISMO AMERICANO
(26 e 27/3)
Filme base: A Marcha Nupcial
A decadência de Griffith. O realismo de Stroheim. Busca e importância do detalhe. A coloquialidade como base do cinema americano. Destruição e herança de Stroheim.

8. ESCOLA ALEMÃ 2
(2 e 3/4)
Filme base: O Vampiro de Dusseldorf
Fritz Lang e o filme de aventura. As doenças da alma e a questão do olhar em “Dr. Mabuse”. O duplo em “Metrópolis”. A derrota da razão em “M, o Vampiro de Dusseldorf.

9. A MONTAGEM (9 e 10/4)
O que é montagem. O trabalho do montador. Exemplos de montagem. Aula dada por profissional da área.

ERA CLÁSSICA: O CINEMA DE GÊNERO

10. HOLLYWOOD, A FORMAÇÃO DA INDÚSTRIA
E DOS GÊNEROS - O POLICIAL

(16 e 17/4)
Filme base: Fúria Sanguinária – de Raoul Walsh
Como se forma a indústria hollywoodiana. O sistema de estúdios. A idéia de linha de montagem e o controle do produtor. O filme de gênero como regulador da idéia industrial (produção em escala). Gêneros e estúdios. Apogeu e decadência do sistema clássico. O policial clássico, visto em “Fúria Sanguinária”, obra-prima do gênero. Exemplo de comédia: “Sullivan’s Travels”, de Preston Sturges, clássico da segunda geração da comédia sofisticada; Vincente Minnelli e “Assim Estava Escrito”; o funcionamento da Hollywood clássica e sua decadência.. O “gênio do sistema”.


11. O CLÁSSICO POR EXCELÊNCIA – JOHN FORD
(23 e 24/4)
Filme base: Depois do Vendaval
Situação de John Ford na indústria cinematográfica americana. O que é o filme clássico e sua relação com o moderno. Ford, o criador do mito da América.


12. A DIREÇÃO CINEMATOGRÁFICA (7 e 8/5)
Princípios de direção cinematográfica. Etapas da realização do filme. Os vários elementos envolvidos no ato de dirigir.
(Aula dada por um diretor de cinema convidado).


13. COMÉDIA – LUBITSCH (14 e 15/5)
Filme base: Ser ou Não Ser
Os tipos de comédia. Contribuição européia a Hollywood: Murnau, Fritz Lang, Lubitsch, outros. Significado do classicismo cinematográfico. Grandes cultores da comédia sofisticada. Lubitsch, a censura, o duplo sentido. O desejo no universo de Lubitsch.
A comédia burlesca (slapstick) e sua passagem do teatro ao cinema. Urbanização, velocidade e comédia. Conflito homem vs. máquina. Os comediantes mais destacados do mudo: Charlie Chaplin, Buster Keaton. O primeiro grande comediante: Max Linder. O burlesco no sonoro: Os Irmãos Marx” (incorporação da palavra à mímica e à música), Jerry Lewis.

14. FAROESTE – O GÊNERO HISTÓRICO AMERICANO (21 e 22/5)
Filme base: E o Sangue Semeou a Terra, de Anthony Mann
Caráter histórico e mitológico do gênero, seu significado e evolução. A guerra de conquista territorial, suas justificativas. Evolução do gênero e seus temas. A primeira geração do sonoro: John Ford. A segunda geração: Anthony Mann. Decadência e “western spaghetti”.


15. A CRISE DE 1930 E O FILME “B” (28 e 29/5)
Filme base: “Gun Crazy – Mortalmente Perigosa” , de Joseph H. Lewis
O que é filme“B”. Significado histórico dessa categoria de filmes. Decorrências para o cinema moderno e contemporâneo. “Tirar o tudo do nada”. A liberdade na pobreza: policial e erotismo em “Gun Crazy”. Outro Lewis: “Reinado de Terror”. A escola de Roger Corman (fragmentos: “O Homem dos Olhos de Raio-X”)

NA PASSAGEM DO CLÁSSICO AO MODERNO

16. GRANDES AUTORES 1 – JEAN RENOIR (4 e 5/6)
Filme base: A Besta Humana, de Jean Renoir
Influência de Auguste Renoir, seu pai. Influência de Von Stroheim. Diversidade da obra: comédias, dramas, musicais, adaptações. O engajamento político. Renoir e Emile Zola: a tragédia operária em “A Besta Humana”. Destino e determinismo social. O precursor do neo-realismo.


17. GRANDES AUTORES 2 - HOWARD HAWKS
(11 e 12/6)
Filme Base: Levada da Breca, de Howard Hawks
Elementos de modernidade no classicismo hawksiano. O individualismo. A ação como resgate do homem. A amizade masculina. A câmera à altura do homem e o humanismo hawksiano. O sentido da existência. “Levada da Breca” e a comédia “slapstick”.


18. GRANDES AUTORES 3 – HITCHCOCK
(18 e 19/6)
Filme base: Frenesi
Hitchcock e o suspense. A aventura do homem num mundo organizado pela aparência. O catolicismo em Hitchcock. A natureza dual do mundo: crime e inocência, aparência e realidade, ser e parecer, corpo e alma. “O que é verdade?” “O que é a imagem?”

19. GRANDES AUTORES 4 - YASUJIRO OZU (25 e 26/6)
Filme base: Bom Dia.
As tradições do cinema japonês, desde o mudo. Alguns de seus grandes autores: Kenji Mizoguchi (geração do mudo); Akira Kurosawa (pós-guerra), Nagisa Oshima e Shohei Imamura (nouvelle vague).
Ozu e a crítica do cinema como manipulador de realidade: “uma mídia tirânica”. O sistema Ozu: formas de retirar o autoritarismo do cinema, pelo estabelecimento de um diálogo espectador-tela.
A arte como forma de dominar o caos do mundo e exibi-lo.


20. GRANDES AUTORES 5 – DOUGLAS SIRK
(2 e 3/7)
Filme base: Palavras ao Vento
Sirk e o maneirismo. O melodrama como transposição da tragédia para o universo da classe média. Estética do excesso. O flerte com o banal. Rainer W. Fassbinder, discípulo de Sirk.


21. GRANDES AUTORES 6 - BILLY WILDER (16 e 17/7)
Filme base: O Crepúsculo dos Deuses”
O réquiem da era clássica e o filme moderno. Novamente o trauma da passagem do mudo ao sonoro. O clássico passado a limpo. O filme “noir” e suas decorrências. O discurso de um morto. Discursos do Crepúsculo: personagens e referentes. Wilder: ironia e sarcasmo.

SEGUNDO SEMESTRE


O CINEMA MODERNO


22. ORSON WELLES E A MODERNIDADE (6 e 7/8)
Filme base: Cidadão Kane
O que é cinema moderno. Condições para o surgimento da estética moderna. Transformação da linguagem cinematográfica (crise da estética da transparência). Prefigurações do moderno. O cinema se repensa a partir de sua história. Kane e a nova organização espacial: profundidade de campo, plano sequência, o som, sentido da fotografia. Orson Welles e o tema do labirinto: o mundo moderno como mundo instável. Diálogo com outras artes.

23. ROBERTO ROSSELLINI E O NEO-REALISMO (13 e 14/8)
Filme base: Alemanha, Ano Zero
O cinema italiano no fascismo. O que é neo-realismo. Características centrais. Se “Roma, Cidade Aberta” é a eclosão do novo cinema europeu, “Alemanha, Ano Zero” traz a plenitude desta corrente, ao mostrar um drama moral e social na Berlim do pós-guerra.
A idéia de liberdade em R.R. O catolicismo. O cinema contra a sociedade do espetáculo. O primado da ética e do autor. Os “neo-realismos”. Multiplicidade do moderno.


24. A CRÍTICA FRANCESA NO PÓS-GUERRA (20 e 21/8)
Filme base: O Dinheiro, de Robert Bresson
Evolução do pensamento crítico. Os teóricos-realizadores da era clássica. Segunda Guerra e cinefilia. Surgimento da Cinemateca: o cinema e o reconhecimento de sua história. O realismo de André Bazin como matriz do pensamento crítico no pós-guerra. O cineclubismo. Os “Cahiers du Cinéma” e a geração dos “jovens turcos”: Truffaut, Godard, Rohmer, Rivette e Chabrol. Reavaliação histórica do cinema. Combate à “qualidade francesa”. O que é “autor”. A “política dos autores”. Redefinição do cinema e preparação da “Nouvelle Vague”. Robert Bresson, um “cineasta de cineastas”: a idéia de “cinematógrafo; o assunto como pretexto; o combate ao “teatro filmado”.


25. AMÉRICA: A GERAÇÃO DO PÓS-GUERRA
(27 e 28/8)
Filme: Pick Up on South Street, de Samuel Fuller
A crise do “sonho americano”: desilusão do pós-guerra; Guerra Fria e macarthismo. A diluição das fronteiras morais. Transformações nos gêneros e transformação do herói. A América da maturidade: Nicholas Ray, Elia Kazan.


26. DEPOIS DO NEO-REALISMO: ANTONIONI (3 e 4/9)
Filme base: Blow Up, de Michelangelo Antonioni
O “neo-realismo sem bicicleta”. Desdramatização e rarefação da intriga. O real tensionado. O homem diante da liberdade. O homem depois de Deus.

27. BRASIL 1 – O CLASSICISMO (10 e 11/9)
Filme-base: Ganga Bruta, de Humberto Mauro
O surgimento do cinema no Brasil. Primeiras crises. A era dos ciclos regionais. Adhemar Gonzaga e a idéia de cinema industrial: a Cinédia.
Arte industrial num país pré-industrial. O ciclo de Cataguazes. Humberto Mauro: traços de realismo, naturalismo e romantismo. A “arte prosaica”. Apogeu do mudo brasileiro no início dos anos 30: Mauro, Mario Peixoto, Octavio Gabus Mendes.

28. NOUVELLE VAGUE 1 (17 e 18/9)
Filme base: Os Incompreendidos, de François Truffaut
Elementos básicos da Nouvelle Vague. O cinema que se faz a partir do conhecimento da história. A substituição do artesão pelo autor. NV: núcleo central (Truffaut, Godard, Rivette, Rohmer, Chabrol) e agregados. A ação e a coloquialidade como fundamentos do novo cinema. A idéia de independência criativa. Transformações técnicas, estéticas, politicas, sociais e econômicas decorrentes da NV. Truffaut e “Os Incompreendidos”.


29. NOUVELLE VAGUE 2 – ALAIN RESNAIS (24 e 25/9)
Filme base: Hiroshima Meu Amor, de Alain Resnais
O impacto de “Hiroshima”. Relato não-linear e espaço fragmentário. Afastamento do literário e da psicologia. O filme como recriação (e não como imitação do mundo). A memória. Fato, memória e discurso. O real questionado. O realismo de André Bazin questionado. Campo e extracampo. Trama de imagens e som. A inexistência do tempo.


30. NOUVELLE VAGUE 3 - J.L. GODARD (1 e 2/10)
Filme base: Alphaville, de J.L. Godard
Vários momentos da “revolução” godardiana. Enquadramento e apreensão do real; plano sequência e decupagem clássica; ausência de roteiro e busca de reencontro do cinema mudo; montagem como princípio organizador; citação e agregação de outros universos; o filme como documento: atualidade e atualidades; descontinuidade; os diversos usos da fala, da música, dos ruídos.


31. O ROTEIRO (8 e 9/10)
Filme base: “O Poderoso Chefão” (Introdução)
O texto dentro da concepção do filme. Estágios do roteiro. Gênero, tom, unidade. Elementos básicos do roteiro cinematográfico. Plot e subplots. As etapas do roteiro: exposição, evolução, desenlace. Tipos de cena. O clichê e sua função. Concisão, ritmação, “viradas”.


32. BRASIL 2 – A ERA MODERNA (15 e 16/10)
Filme base: Deus e o Diabo na Terra do Sol
O cinema brasileiro e a busca de legitimidade a partir dos anos 40: Atlântida e Vera Cruz. Introdução do neo-realismo. Fundação de uma cinedramaturgia brasileira e seus fundamentos. Cinema como instrumento de libertação nacional:”estética da fome”. Instauração de um modo de produção: a câmera na mão. Cinema Novo e sua relação com a técnica. Glauber e o anti-espetáculo: revelação e questionamento do real. Barroco e opacidade. História e destino.

CINEMA CONTEMPORÂNEO


33. CLINT EASTWOOD (22 e 23/10)
Filme base: Os Imperdoáveis, de Clint Eastwood
A crise do moderno. O retorno à narratividade. A imagem como referencial do filme. Hollywood e a introdução do “blockbuster”. “Os Imperdoáveis” e a história do faroeste. “Os Imperdoáveis” no contexto contemporâneo. O Oeste como lenda e como história. O simulacro.

34. ERIC ROHMER (29 e 30/10)
Filme base: Conto da Primavera, de Eric Rohmer
O trabalho com a imagem numa era de inflação de imagens. Cinema meio e cinema fim. Cinema como arte do espaço. A recuperação da transparência narrativa. O jogo do real e do imaginário.


35. ABBAS KIAROSTAMI (5 e 6/11)
Filme base: Onde Fica a Casa do Meu Amigo?, de Abbas Kiarostami
Anos 80: a vanguarda vem da Ásia. Chinas e Irã. Algumas características do modo de produção iraniano. Kiarostami: plano e duração do plano. Tempo e suspense. O sistema A.B.: filme como produto do contato entre espectador e projeção. Incompletude das imagens e público.


36. DAVID CRONENBERG (12 e 13/11)
Filme base: eXistenZ, de David Cronenberg
Os meios de comunicação como extensões do homem. Homem, ciência, mutação. Os monstros inquietantes. Diferença entre o monstro clássico e monstro cronenberguiano. Realismo e realidade virtual. Crise do sujeito. A comunidade desviante. Fonte narrativa em D.C. A imagem como ilusão.


37. AMOS GITAI
(26 e 27/11)
Filme base: Kadosh – Laços Sagrados, de Amos Gitai
O cinema militante na passagem dos séculos 20 para 21. A questão identitária em Israel. Fluxos migratórios e alterações da composição social e política. O fundamentalismo religioso. Convivência de arcaico e moderno. A mulher nas religiões monoteístas. Belicismo e pacifismo. Relações entre parte e todo. O reconhecimento do outro. O cinema na busca do diálogo entre os povos do Oriente Médio.

38. DAVID LYNCH (3 e 4/12)
Filme base: Mulholland Drive
O mistério e a experiência do mistério. O quebra-cabeça narrativo. Dissociação do sujeito. Narrativa vs. verossimilhança


39. CINEMA BRASILEIRO 3 (10 e 11/12)
Filme Base: O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla)
Principais decorrências do Cinema Novo nos anos 60. A influência da cinefilia e do cinema popular. Embrafilme, experiência de empresa estatal. Morte e ressurgimento nos anos 1990.

BIBLIOGRAFIA GERAL**:

Conhecer o Cinema, de Antonio Costa (ed. Globo)
O Cinema, de André Bazin (ed. Brasiliense)
O Cinema como Arte, de Rudolf Arnheim (ed. Aster - Lisboa)
A Experiência do Cinema, org. Ismail Xavier (ed. Graal)
O Gênio do Sistema, Thomas Schatz (ed. Companhia das Letras)
Hitchcock/Truffaut, de François Truffaut (ed. Companhia das Letras)
Cinema – O Mundo em Movimento, de Inácio Araujo (ed. Scipione)
Fragmentos para uma Autobiografia, de Roberto Rossellini (ed. Nova Fronteira)
Por um Cinema sem Limite, de Rogério Sganzerla (Azougue Editorial)
Dicionário Teórico e Crítico de Cinema, Jacques Aumont e Michel Marie (ed. Papirus)
As Teorias dos Cineastas, de Jacques Aumont (Papirus)

ANTOLOGIAS CRÍTICAS

Um Filme É um Filme, de José Lino Grunewald (ed. Companhia das Letras)
A Palavra Náufraga, de Antonio Gonçalves Filho (ed. Cosac & Naify)
O Prazer dos Olhos, de François Truffaut (Jorge Zahar ed.)


OUTRAS LEITURAS

Ao longo do curso serão indicados textos específicos sobre alguns dos assuntos e realizadores abordados.


**Não se trata de textos de leitura obrigatória, mas de sugestões de leitura


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