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1o semestre 1.
INTRODUÇÃO (5 e 6/2)
Objetivos e método do curso. O cinema como única arte com origem popular (na visão
de Panofsky).
O cinema como arte tecnológica: a passagem do mudo ao sonoro
– vista a partir de “Cantando na Chuva”. O trauma
da introdução do som: “O Cantor de Jazz”.
A arte da era do maquinismo – a fronteira com a indústria
– na sociedade do espetáculo.
SURGIMENTO DO CINEMA E FORMAÇÃO DA LINGUAGEM
2.
LUMIÈRE, MÉLIÈS E O PRIMEIRO CINEMA (12 e 13/2)
O surgimento do cinema no fim do século 19 e o estabelecimento
dos dois princípios básicos: o cinema como documento
(Lumière) e como sonho (Méliès). As primeiras
criações estilísticas: a não estaticidade
de Lumière, a trucagem em Méliès. O surgimento
da indústria (Pathé).
Revisão da historiografia clássica, que observa os
primórdios do cinema e um bebê que dá seus primeiros
passos. Hoje admite-se que este cinema dos primórdios corresponde
a um outro tipo de espetáculo. Apresentação
de vários filmes ingleses, franceses e americanos da primeira
década do séc. 20 e do final do século 19.
3. D.W. GRIFFITH– SURGIMENTO DA LINGUAGEM CLÁSSICA
(26 e 27/2)
Filmes base: “The Lonely Villa”, “The Lonedale
Operator”.
O surgimento da linguagem narrativa tal como a conhecemos ainda
hoje. Procedimentos criados ou sistematizados por Griffith: a idéia
de plano, a decupagem clássica (divisão em planos),
a montagem alternada, a câmera transparente, a importância
da luz, a busca do realismo, a psicologia e a subjetividade. Como
todo o movimento de Griffith, a partir de 1908, leva a uma nova
compreensão do cinema, que se consubstancia na linguagem
clássica e no filme de longa metragem, a partir de 1915.
Trechos de “Way Down East”.
4.
A ESCOLA RUSSA - REVOLUÇÃO E MONTAGEM (5 e 6/3)
Filme base: “O Encouraçado Potemkin”.
A influência de Griffith. A montagem como base do cinema.
A experiência Kulechov. A montagem estrutural de Pudovkin.
Eisenstein e a busca de uma nova narratividade, proletária,
a partir do uso da montagem. O épico e o patético.
Dziga Vertov e o documentário.
Filme complemento: “O Homem com a Câmera”, de
Dziga Vertov.
5. A ESCOLA ALEMÃ 1 (12 e 13/3)
Filme base: “O Gabinete do Dr. Caligari”
O surgimento do cinema alemão de qualidade como decorrência
da 1a. Guerra Mundial. Presença do romantismo. Influência
de Max Reinhardt. Importância da luz e da cenografia. A derrota
na guerra e a emergência de forças irracionais. Características
do expressionismo e sua presença em “O Gabinete do
Dr. Caligari” e “O Golem”. Nem todo cinema alemão
dos anos 20 é expressionista. O fantástico em F.W.
Murnau. Outras escolas: o kammerspielfilm (Murnau), o realismo social
(Pabst), a comédia.
6.
SURREALISMO, “AVANT GARDE”, ESCOLA DINAMARQUESA
(19 e 20/3)
Filme base: “L’Age d’Or”
A revolução de “L’Âge d’Or”.
O cinema fora da indústria. Tradição poética
do surrealismo. A arte dos artistas: Picabia, Fernand Léger
e outros. Antonin Artaud e “A Concha e o Padre”. “Vampiro”,
de Dreyer: como Dreyer associa o mundo dos vivos e o dos mortos.
O protestantismo e a idéia de tolerância (a herança
de Griffith e o posterior combate ao nazismo). Combate à
influência teatral. Dreyer na França (“A Paixão
de Joana D’Arc”).
7.
ERICH VON STROHEIM E O NATURALISMO AMERICANO
(26 e 27/3)
Filme base: A Marcha Nupcial
A decadência de Griffith. O realismo de Stroheim. Busca e
importância do detalhe. A coloquialidade como base do cinema
americano. Destruição e herança de Stroheim.
8.
ESCOLA ALEMÃ 2
(2 e 3/4)
Filme base: O Vampiro de Dusseldorf
Fritz Lang e o filme de aventura. As doenças da alma e a
questão do olhar em “Dr. Mabuse”. O duplo em
“Metrópolis”. A derrota da razão em “M,
o Vampiro de Dusseldorf.
9.
A MONTAGEM (9 e 10/4)
O que é montagem. O trabalho do montador. Exemplos de montagem.
Aula dada por profissional da área.
ERA
CLÁSSICA: O CINEMA DE GÊNERO
10.
HOLLYWOOD, A FORMAÇÃO DA INDÚSTRIA
E DOS GÊNEROS - O POLICIAL
(16 e 17/4)
Filme base: Fúria Sanguinária – de Raoul Walsh
Como se forma a indústria hollywoodiana. O sistema de estúdios.
A idéia de linha de montagem e o controle do produtor. O
filme de gênero como regulador da idéia industrial
(produção em escala). Gêneros e estúdios.
Apogeu e decadência do sistema clássico. O policial
clássico, visto em “Fúria Sanguinária”,
obra-prima do gênero. Exemplo de comédia: “Sullivan’s
Travels”, de Preston Sturges, clássico da segunda geração
da comédia sofisticada; Vincente Minnelli e “Assim
Estava Escrito”; o funcionamento da Hollywood clássica
e sua decadência.. O “gênio do sistema”.
11. O CLÁSSICO POR EXCELÊNCIA – JOHN
FORD
(23 e 24/4)
Filme base: Depois do Vendaval
Situação de John Ford na indústria cinematográfica
americana. O que é o filme clássico e sua relação
com o moderno. Ford, o criador do mito da América.
12. A DIREÇÃO CINEMATOGRÁFICA
(7 e 8/5)
Princípios de direção cinematográfica.
Etapas da realização do filme. Os vários elementos
envolvidos no ato de dirigir.
(Aula dada por um diretor de cinema convidado).
13. COMÉDIA – LUBITSCH (14 e 15/5)
Filme base: Ser ou Não Ser
Os tipos de comédia. Contribuição européia
a Hollywood: Murnau, Fritz Lang, Lubitsch, outros. Significado do
classicismo cinematográfico. Grandes cultores da comédia
sofisticada. Lubitsch, a censura, o duplo sentido. O desejo no universo
de Lubitsch.
A comédia burlesca (slapstick) e sua passagem do teatro ao
cinema. Urbanização, velocidade e comédia.
Conflito homem vs. máquina. Os comediantes mais destacados
do mudo: Charlie Chaplin, Buster Keaton. O primeiro grande comediante:
Max Linder. O burlesco no sonoro: Os Irmãos Marx” (incorporação
da palavra à mímica e à música), Jerry
Lewis.
14.
FAROESTE – O GÊNERO HISTÓRICO AMERICANO
(21 e 22/5)
Filme base: E o Sangue Semeou a Terra, de Anthony Mann
Caráter histórico e mitológico do gênero,
seu significado e evolução. A guerra de conquista
territorial, suas justificativas. Evolução do gênero
e seus temas. A primeira geração do sonoro: John Ford.
A segunda geração: Anthony Mann. Decadência
e “western spaghetti”.
15. A CRISE DE 1930 E O FILME “B” (28
e 29/5)
Filme base: “Gun Crazy – Mortalmente Perigosa”
, de Joseph H. Lewis
O que é filme“B”. Significado histórico
dessa categoria de filmes. Decorrências para o cinema moderno
e contemporâneo. “Tirar o tudo do nada”. A liberdade
na pobreza: policial e erotismo em “Gun Crazy”. Outro
Lewis: “Reinado de Terror”. A escola de Roger Corman
(fragmentos: “O Homem dos Olhos de Raio-X”)
NA
PASSAGEM DO CLÁSSICO AO MODERNO
16.
GRANDES AUTORES 1 – JEAN RENOIR (4 e 5/6)
Filme base: A Besta Humana, de Jean Renoir
Influência de Auguste Renoir, seu pai. Influência de
Von Stroheim. Diversidade da obra: comédias, dramas, musicais,
adaptações. O engajamento político. Renoir
e Emile Zola: a tragédia operária em “A Besta
Humana”. Destino e determinismo social. O precursor do neo-realismo.
17. GRANDES AUTORES 2 - HOWARD HAWKS (11 e 12/6)
Filme Base: Levada da Breca, de Howard Hawks
Elementos de modernidade no classicismo hawksiano. O individualismo.
A ação como resgate do homem. A amizade masculina.
A câmera à altura do homem e o humanismo hawksiano.
O sentido da existência. “Levada da Breca” e a
comédia “slapstick”.
18. GRANDES AUTORES 3 – HITCHCOCK (18 e 19/6)
Filme base: Frenesi
Hitchcock e o suspense. A aventura do homem num mundo organizado
pela aparência. O catolicismo em Hitchcock. A natureza dual
do mundo: crime e inocência, aparência e realidade,
ser e parecer, corpo e alma. “O que é verdade?”
“O que é a imagem?”
19.
GRANDES AUTORES 4 - YASUJIRO OZU
(25 e 26/6)
Filme base: Bom Dia.
As tradições do cinema japonês, desde o mudo.
Alguns de seus grandes autores: Kenji Mizoguchi (geração
do mudo); Akira Kurosawa (pós-guerra), Nagisa Oshima e Shohei
Imamura (nouvelle vague).
Ozu e a crítica do cinema como manipulador de realidade:
“uma mídia tirânica”. O sistema Ozu: formas
de retirar o autoritarismo do cinema, pelo estabelecimento de um
diálogo espectador-tela.
A arte como forma de dominar o caos do mundo e exibi-lo.
20. GRANDES AUTORES 5 – DOUGLAS SIRK (2 e 3/7)
Filme base: Palavras ao Vento
Sirk e o maneirismo. O melodrama como transposição
da tragédia para o universo da classe média. Estética
do excesso. O flerte com o banal. Rainer W. Fassbinder, discípulo
de Sirk.
21. GRANDES AUTORES 6 - BILLY WILDER (16 e 17/7)
Filme base: O Crepúsculo dos Deuses”
O réquiem da era clássica e o filme moderno. Novamente
o trauma da passagem do mudo ao sonoro. O clássico passado
a limpo. O filme “noir” e suas decorrências. O
discurso de um morto. Discursos do Crepúsculo: personagens
e referentes. Wilder: ironia e sarcasmo.
SEGUNDO
SEMESTRE
O CINEMA MODERNO
22. ORSON WELLES E A MODERNIDADE (6 e 7/8)
Filme base: Cidadão Kane
O que é cinema moderno. Condições para o surgimento
da estética moderna. Transformação da linguagem
cinematográfica (crise da estética da transparência).
Prefigurações do moderno. O cinema se repensa a partir
de sua história. Kane e a nova organização
espacial: profundidade de campo, plano sequência, o som, sentido
da fotografia. Orson Welles e o tema do labirinto: o mundo moderno
como mundo instável. Diálogo com outras artes.
23.
ROBERTO ROSSELLINI E O NEO-REALISMO (13 e 14/8)
Filme base: Alemanha, Ano Zero
O cinema italiano no fascismo. O que é neo-realismo. Características
centrais. Se “Roma, Cidade Aberta” é a eclosão
do novo cinema europeu, “Alemanha, Ano Zero” traz a
plenitude desta corrente, ao mostrar um drama moral e social na
Berlim do pós-guerra.
A idéia de liberdade em R.R. O catolicismo. O cinema contra
a sociedade do espetáculo. O primado da ética e do
autor. Os “neo-realismos”. Multiplicidade do moderno.
24. A CRÍTICA FRANCESA NO PÓS-GUERRA
(20 e 21/8)
Filme base: O Dinheiro, de Robert Bresson
Evolução do pensamento crítico. Os teóricos-realizadores
da era clássica. Segunda Guerra e cinefilia. Surgimento da
Cinemateca: o cinema e o reconhecimento de sua história.
O realismo de André Bazin como matriz do pensamento crítico
no pós-guerra. O cineclubismo. Os “Cahiers du Cinéma”
e a geração dos “jovens turcos”: Truffaut,
Godard, Rohmer, Rivette e Chabrol. Reavaliação histórica
do cinema. Combate à “qualidade francesa”. O
que é “autor”. A “política dos autores”.
Redefinição do cinema e preparação da
“Nouvelle Vague”. Robert Bresson, um “cineasta
de cineastas”: a idéia de “cinematógrafo;
o assunto como pretexto; o combate ao “teatro filmado”.
25. AMÉRICA: A GERAÇÃO DO PÓS-GUERRA
(27 e 28/8)
Filme: Pick Up on South Street, de Samuel Fuller
A crise do “sonho americano”: desilusão do pós-guerra;
Guerra Fria e macarthismo. A diluição das fronteiras
morais. Transformações nos gêneros e transformação
do herói. A América da maturidade: Nicholas Ray, Elia
Kazan.
26. DEPOIS DO NEO-REALISMO: ANTONIONI (3 e 4/9)
Filme base: Blow Up, de Michelangelo Antonioni
O “neo-realismo sem bicicleta”. Desdramatização
e rarefação da intriga. O real tensionado. O homem
diante da liberdade. O homem depois de Deus.
27.
BRASIL 1 – O CLASSICISMO (10 e 11/9)
Filme-base: Ganga Bruta, de Humberto Mauro
O surgimento do cinema no Brasil. Primeiras crises. A era dos ciclos
regionais. Adhemar Gonzaga e a idéia de cinema industrial:
a Cinédia.
Arte industrial num país pré-industrial. O ciclo de
Cataguazes. Humberto Mauro: traços de realismo, naturalismo
e romantismo. A “arte prosaica”. Apogeu do mudo brasileiro
no início dos anos 30: Mauro, Mario Peixoto, Octavio Gabus
Mendes.
28.
NOUVELLE VAGUE 1 (17 e 18/9)
Filme base: Os Incompreendidos, de François Truffaut
Elementos básicos da Nouvelle Vague. O cinema que se faz
a partir do conhecimento da história. A substituição
do artesão pelo autor. NV: núcleo central (Truffaut,
Godard, Rivette, Rohmer, Chabrol) e agregados. A ação
e a coloquialidade como fundamentos do novo cinema. A idéia
de independência criativa. Transformações técnicas,
estéticas, politicas, sociais e econômicas decorrentes
da NV. Truffaut e “Os Incompreendidos”.
29. NOUVELLE VAGUE 2 – ALAIN RESNAIS (24
e 25/9)
Filme base: Hiroshima Meu Amor, de Alain Resnais
O impacto de “Hiroshima”. Relato não-linear e
espaço fragmentário. Afastamento do literário
e da psicologia. O filme como recriação (e não
como imitação do mundo). A memória. Fato, memória
e discurso. O real questionado. O realismo de André Bazin
questionado. Campo e extracampo. Trama de imagens e som. A inexistência
do tempo.
30. NOUVELLE VAGUE 3 - J.L. GODARD (1 e 2/10)
Filme base: Alphaville, de J.L. Godard
Vários momentos da “revolução”
godardiana. Enquadramento e apreensão do real; plano sequência
e decupagem clássica; ausência de roteiro e busca de
reencontro do cinema mudo; montagem como princípio organizador;
citação e agregação de outros universos;
o filme como documento: atualidade e atualidades; descontinuidade;
os diversos usos da fala, da música, dos ruídos.
31. O ROTEIRO (8 e 9/10)
Filme base: “O Poderoso Chefão” (Introdução)
O texto dentro da concepção do filme. Estágios
do roteiro. Gênero, tom, unidade. Elementos básicos
do roteiro cinematográfico. Plot e subplots. As etapas do
roteiro: exposição, evolução, desenlace.
Tipos de cena. O clichê e sua função. Concisão,
ritmação, “viradas”.
32. BRASIL 2 – A ERA MODERNA (15 e 16/10)
Filme base: Deus e o Diabo na Terra do Sol
O cinema brasileiro e a busca de legitimidade a partir dos anos
40: Atlântida e Vera Cruz. Introdução do neo-realismo.
Fundação de uma cinedramaturgia brasileira e seus
fundamentos. Cinema como instrumento de libertação
nacional:”estética da fome”. Instauração
de um modo de produção: a câmera na mão.
Cinema Novo e sua relação com a técnica. Glauber
e o anti-espetáculo: revelação e questionamento
do real. Barroco e opacidade. História e destino.
CINEMA
CONTEMPORÂNEO
33. CLINT EASTWOOD (22 e 23/10)
Filme base: Os Imperdoáveis, de Clint Eastwood
A crise do moderno. O retorno à narratividade. A imagem como
referencial do filme. Hollywood e a introdução do
“blockbuster”. “Os Imperdoáveis”
e a história do faroeste. “Os Imperdoáveis”
no contexto contemporâneo. O Oeste como lenda e como história.
O simulacro.
34.
ERIC ROHMER (29 e 30/10)
Filme base: Conto da Primavera, de Eric Rohmer
O trabalho com a imagem numa era de inflação de imagens.
Cinema meio e cinema fim. Cinema como arte do espaço. A recuperação
da transparência narrativa. O jogo do real e do imaginário.
35. ABBAS KIAROSTAMI (5 e 6/11)
Filme base: Onde Fica a Casa do Meu Amigo?, de Abbas Kiarostami
Anos 80: a vanguarda vem da Ásia. Chinas e Irã. Algumas
características do modo de produção iraniano.
Kiarostami: plano e duração do plano. Tempo e suspense.
O sistema A.B.: filme como produto do contato entre espectador e
projeção. Incompletude das imagens e público.
36. DAVID CRONENBERG (12 e 13/11)
Filme base: eXistenZ, de David Cronenberg
Os meios de comunicação como extensões do homem.
Homem, ciência, mutação. Os monstros inquietantes.
Diferença entre o monstro clássico e monstro cronenberguiano.
Realismo e realidade virtual. Crise do sujeito. A comunidade desviante.
Fonte narrativa em D.C. A imagem como ilusão.
37. AMOS GITAI (26 e 27/11)
Filme base: Kadosh – Laços Sagrados, de Amos Gitai
O cinema militante na passagem dos séculos 20 para 21. A
questão identitária em Israel. Fluxos migratórios
e alterações da composição social e
política. O fundamentalismo religioso. Convivência
de arcaico e moderno. A mulher nas religiões monoteístas.
Belicismo e pacifismo. Relações entre parte e todo.
O reconhecimento do outro. O cinema na busca do diálogo entre
os povos do Oriente Médio.
38.
DAVID LYNCH (3 e 4/12)
Filme base: Mulholland Drive
O mistério e a experiência do mistério. O quebra-cabeça
narrativo. Dissociação do sujeito. Narrativa vs. verossimilhança
39. CINEMA BRASILEIRO 3 (10 e 11/12)
Filme Base: O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla)
Principais decorrências do Cinema Novo nos anos 60. A influência
da cinefilia e do cinema popular. Embrafilme, experiência
de empresa estatal. Morte e ressurgimento nos anos 1990.
BIBLIOGRAFIA
GERAL**:
Conhecer
o Cinema, de Antonio Costa (ed. Globo)
O Cinema, de André Bazin (ed. Brasiliense)
O Cinema como Arte, de Rudolf Arnheim (ed. Aster - Lisboa)
A Experiência do Cinema, org. Ismail Xavier (ed. Graal)
O Gênio do Sistema, Thomas Schatz (ed. Companhia das Letras)
Hitchcock/Truffaut, de François Truffaut (ed. Companhia das
Letras)
Cinema – O Mundo em Movimento, de Inácio Araujo (ed.
Scipione)
Fragmentos para uma Autobiografia, de Roberto Rossellini (ed. Nova
Fronteira)
Por um Cinema sem Limite, de Rogério Sganzerla (Azougue Editorial)
Dicionário Teórico e Crítico de Cinema, Jacques
Aumont e Michel Marie (ed. Papirus)
As Teorias dos Cineastas, de Jacques Aumont (Papirus)
ANTOLOGIAS
CRÍTICAS
Um
Filme É um Filme, de José Lino Grunewald (ed. Companhia
das Letras)
A Palavra Náufraga, de Antonio Gonçalves Filho (ed.
Cosac & Naify)
O Prazer dos Olhos, de François Truffaut (Jorge Zahar ed.)
OUTRAS LEITURAS
Ao
longo do curso serão indicados textos específicos
sobre alguns dos assuntos e realizadores abordados.
**Não se trata de textos de leitura obrigatória, mas
de sugestões de leitura
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