A
Casa das Idéias se livra da maldição, tornando
o título acima, antes absurdo, realidade
Quem
nunca sonhou em ver seus heróis favoritos no cinema? O Homem-Aranha
escalando os prédios, o Hulk destruindo tanques ou os X-Men
salvando seres humanos de Magneto? Após décadas de tentativas
fracassadas de transportar seus personagens para a tela grande, a
famosa editora norte-americana de quadrinhos, Marvel Comics, que até
já passou por processo de falência no final dos anos
90, finalmente conseguiu um lugar em Hollywood. Resta saber quanto
tempo este império reinará contra uma concorrência
cada vez mais diversificada.
Primeiro a Telinha
Alguém
aí se lembra do filme do Capitão América? Aquele
em que o Caveira Vermelha é italiano e pianista? Quem viu prefere
esquecer, quem nunca viu... finja que não existe! Inicialmente,
as investidas da Marvel ganharam espaço na tela pequena com
seriados e filmes feitos para a televisão, dentre os quais
se destaca "O Incrível Hulk", que marcou toda uma
geração com a transformação do frágil
cientista, interpretado por Bill Bixby, numa montanha de músculos
verde trajada apenas com uma calça rasgada - o fisiculturista
Lou Ferrigno. No entanto, tal sucesso foi possível graças
à idéia anterior da DC Comics, concorrente direta da
Marvel, de transformar personagens de quadrinhos em séries
televisivas. Batman, o homem morcego criado por Bob Kane, brilhou
na TV dos anos 60 na pele (e barriga) do ator Adam West e seu inseparável
parceiro Robin (Burt Ward).
Infelizmente, como as histórias em quadrinhos sempre correspondem
à infância e adolescência, o único meio
de vender a série era torná-la agradável ao público
alvo. Assim, a dupla dinâmica combatia o crime com bugigangas
inimagináveis em plena luz do dia (!) em meio a cenários
e figurinos coloridos e espalhafatosos. Talvez, a única qualidade
(ou o menor defeito) do programa foi sua fidelidade às onomatopéias
recorrentes na linguagem dos quadrinhos. Atualmente, a série,
que chegou a ter um filme em 1966, tornou-se "cult" entre
os jovens que apreciam seu humor incidental.
Da Era das Trevas aos Bárbaros
Nos anos 80, enquanto a DC Comics enriquecia através dos filmes
do Super-Homem, o diretor John Milius transportou para o cinema o
personagem bárbaro de Robert E. Howard (1906-1936), Conan.
Inspirado pela arte de Frank Frazzetta e a ultra-violência típica
das histórias em quadrinhos baseada na frase de Nietzche: "O
que não nos mata nos torna mais fortes", Milius escreveu
o roteiro ao lado de um desconhecido Oliver Stone e para interpretar
a personagem, contaram com a performance do ator austríaco
protagonista do filme "Hércules em Nova York", Arnold
Schwarzenegger, o atual "governator" da Califórnia.
Numa produção caprichada assinada pelos Laurentis, "Conan,
o Bárbaro" (Conan the Barbarian/ 1982) abocanhou mais
de nove milhões no primeiro fim-de-semana e deu o Globo de
Ouro de revelação à Sandahl Bergman. Tal sucesso
se deve à paixão do diretor, que quando Schwarzenegger
disse "Estou sangrando!" respondeu: "A dor é
passageira, mas os filmes são eternos". O filme ainda
daria origem a duas seqüências menores: "Conan, o
Destruidor" (Conan, the Destroyer/ 1984) e "Guerreiros de
Fogo" (Red Sonja/ 1985).
Enquanto
a Marvel explorava os bárbaros, sua concorrente, já
cansada de explorar o Homem de Aço (curta-metragem de animação,
desenho animado, série de TV e filmes), começava a dirigir
sua atenção e lucro a outro personagem com bom potencial
cinematográfico.
O Auge da Concorrente
Ao
contrário do Super-Homem, Batman, era sombrio, a começar
por sua origem: o assassinato de seus pais. Para isso, a DC não
se arriscou: optou pela contemporaneidade. Foi assim que o telefone
de Tim Burton tocou. Burton, que já havia mostrado seu estilo
"dark" em filmes como "Os Fantasmas se Divertem"
(Beetlejuice/ 1988), foi convocado pelos poderosos dos estúdios
da Warner Bros. com um único objetivo: arrecadar milhões
nas bilheterias. Lançado em 1989, o filme tinha que trazer
o subtítulo "O Filme" para se distinguir da idéia
da série de TV, pois agora tinham vergonha dela. Neste filme,
o diretor mostrou que é possível utilizar os recursos
cinematográficos como a fotografia, direção de
arte e trilha musical para a construção de um herói
dos quadrinhos em herói de cinema. O tom sombrio garantiu que
todas as faixas etárias pudessem conferir o personagem em ação.
Contudo, apesar da competência da equipe técnica, o verdadeiro
mérito vai para a campanha de marketing da Warner, que usou
e abusou de trailers e do símbolo do herói estampado
em cada cartaz e produto para consumo um ano antes de seu lançamento.
A
seqüência dirigida novamente por Burton trouxe uma qualidade
visual nunca antes vista. Todavia, a sensualidade da Mulher-Gato de
Michelle Pfeifer e a bizarrice do Pingüim de Danny DeVito não
agradaram tantos espectadores como o Coringa de Jack Nicholson, acarretando
numa bilheteria inferior à primeira: "míseros"
U$ 162 milhões só na terrinha deles. Dali em diante,
a série só decai: Joel Schumacher assume a cadeira de
diretor e transforma o cenário sombrio num carnaval com direito
a fantasias de gorilas, vilões mudos e incompetentes e até
danças tribais. A eficiente trilha de Danny Elfman se perde,
o belíssimo trabalho de Peter Young e Anton Furst na direção
de arte dá lugar a um horrível e insuportável
néon barato e as atuações não correspondem
ao tipo de filme que Schumacher dirige; enfim, o exagero toma conta
da segunda metade da série (que já foi) milionária.
Mas, quem pensa que o tema central foi desviado, é importante
ressaltar que "Batman & Robin" (Batman & Robin/
1997) foi, no mínimo, fundamental, pois serviu como referência
de "Como Não fazer um Filme de Super-Heróis de
Quadrinhos", além de abrir espaço para personagens
menos conhecidos do grande público.
Os
Primeiros Passos da Marvel
Foi
assim que no ano seguinte, "Blade - O Caçador de Vampiros"
(Blade, the Vampire Slayer/ 1998) deu o primeiro passo no cinema da
Marvel - Conan e Homens de Preto não são criações
da Marvel. Blade, um personagem secundário nos quadrinhos,
torna-se protagonista do filme pelo ator Wesley Snipes. Para a direção,
os desesperados da Marvel chamaram Stephen Norrington, mais conhecido
pelos efeitos especiais que criou em "Aliens" (Aliens/ 1986)
e "O Enigma da Pirâmide" (Young Sherlock Holmes/ 1985).
Como se trata de um personagem desconhecido do grande público,
não houve tanta pressão por parte dos produtores, possibilitando
um filme mais alternativo, trazendo apenas fãs e curiosos aos
cinemas, porém sua narrativa ágil e econômica
provou que o personagem da Marvel possui potencial bastante cinematográfico,
além de profundidade. A abertura do filme presenteia o espectador
com um caprichado banho de sangue numa discoteca repleta de vampiros,
mas faltou uma galeria de vilões mais digna para Blade. Se
Norrington mostra a porta para Hollywood à Marvel Comics, quem
a abre é Bryan Singer, o jovem diretor de "Os Suspeitos"
(The Usual Suspects/ 1995) e "O Aprendiz" (Apt Pupil/ 1998).
Um
dos tesouros guardados a sete chaves da Marvel Comics são os
mutantes denominados X-Men, pois são responsáveis por
colocar a editora no topo das vendas de quadrinhos nos EUA, além
de dona um desenho animado bacana nos anos 90. Se tais personagens
caíssem nas mãos de um diretor qualquer ou voltado aos
filmes de ação, o teor mais importante desse universo
jamais seria explorado: o preconceito entre humanos e mutantes. Mutantes
são seres superiores devido ao fator genético X que
lhes confere poderes extraordinários - essa era a nova realidade,
que Singer logo captou. Tal adaptação modificou também
o visual dos heróis. Os uniformes colantes de cores claras
deram lugar a um visual mais sombrio e realista. Depois da onda "Matrix"
(The Matrix/ 1999), os figurinos passaram a ser basicamente couro
preto, influenciando posteriormente as histórias em quadrinhos
atuais.
A
primeira metade do filme soube resumir o essencial das personagens
num bom ritmo, ilustrados por belos planos como os do campo de concentração.
A propósito, "X-Men" já se diferencia dos
demais filmes de super-heróis como "Batman" logo
com a cena inicial, encarregada de mostrar a origem de Magneto na
2ª Guerra Mundial na Polônia, substituindo a já
tradicional demonstração de poderes da equipe num crime
menor.
Curiosamente,
o ator Dougray Scott que interpretaria Wolverine, sofreu um acidente
nas gravações de "Missão Impossível
2" (M:I 2/ 2000) de John Woo, dando lugar a um ator australiano
de TV e teatro: Hugh Jackman. A performance do ator agradou a maioria
do público, inclusive dos fanáticos pelo personagem.
"Se não fosse por Hugh, Wolverine correria sério
risco de ser um grandalhão que só tem músculos.
Ele acrescenta densidade a um personagem que, em mãos erradas,
seria um desastre" - elogia Singer, que voltaria a trabalhar
com o ator na seqüência. Numa entrevista, Jackman confessa
que para absorver a fúria de Wolverine, tomava banho frio durante
as filmagens num Canadá bastante gelado. Quanto à formação
do elenco, a produtora Lauren Shuler Donner revela que a admissão
de Ian McKellen fez com que os demais atores comprovassem que se tratava
de algo, no mínimo, interessante. Obviamente, o currículo
de Singer também favoreceu para o sucesso do filme, além
disso, seu tratamento diferenciou "X-Men" de um filme de
quadrinhos: "Meu filme não é uma adaptação
de histórias em quadrinhos, mas uma ficção científica"
- afirma Singer.
Após
um sucesso comercial, o primeiro personagem a ganhar uma seqüência
foi justamente aquele que iniciou a jornada toda: Blade. Wesley Snipes,
que viveu o caçador de vampiros, retorna no início de
2002 nessa seqüência bem-sucedida, desta vez dirigida pelo
argentino Guillermo del Toro ("A Espinha do Diabo"). Se
Norrington tinha dado um toque sombrio no primeiro filme, del Toro
abusa dele. Sangue em caminhões-pipa e mais refletores para
a fotografia de Gabriel Beristain se destacam nesse filme que poderia
ser mais ambicioso, já que se trata de um personagem do segundo
escalão. "Blade II" segue a fórmula das seqüências:
vilões em maior número com um perigo maior do que o
primeiro e, nesse caso, muitas acrobacias no ar (atores e dublês
pendurados por cabos). Um filme que nada acrescenta, mas muito bem
produzido e realizado que agrada ao público de filmes de ação.
A Era de Ouro da Marvel
Continuando
a cronologia do pensamento, se "Blade - O Caçador de Vampiros"
mostrou a porta e "X-Men" a abriu, o Universo Marvel a estreou
com um projeto empoeirado na gaveta há décadas: o filme
do Homem-Aranha, cujos direitos autorais foram rebatidos mais do que
bola de pingue-pongue. Acertado o roteiro, escalaram um diretor um
tanto incomum: Sam Raimi, responsável pelo inovador terror
trash de "Evil Dead - A Morte do Demônio" (Evil Dead/
1982). Apesar de seu nome estar associado a filmes desse gênero,
Raimi demonstrou firme direção de atores em "Um
Plano Simples" (A Simple Plan/ 1998), com Bill Paxton, Bridget
Fonda e Billy Bob Thornton (numa surpreendente performance).
Além
de ter estilo e direção de atores, Raimi ainda era fã
do herói aracnídeo, possibilitando um trabalho mais
emotivo. Logo acertou escalando Tobey Maguire para o papel principal
(James Cameron queria Leonardo DiCaprio e este não queria aparecer
tempo demais mascarado) e Willem Dafoe como o vilão Duende
Verde. Como bom conhecedor, Raimi tomou como base as primeiras histórias
do herói ainda adolescente, capturando o espírito jovem
que influenciou tantos leitores nos anos 60. Resultado: a maior bilheteria
de um filme baseado em quadrinhos, além de dono do recorde
de maior arrecadação num único fim de semana
com nada menos que 115 milhões de dólares só
nos EUA. O filme ainda foi indicado aos Oscar técnicos (Som
e Efeitos Visuais) e levou 2 prêmios no MTV Movie Awards. "Homem-Aranha"
foi a grande prova de que a Marvel Comics era uma fonte de ouro que
os estúdios logo se encarregaram de "acreditar".
Marvel Para Dar e Vender
2003
foi o ano do "Big Bang" Marvel. Em fevereiro, "Demolidor
- O Homem Sem Medo", dirigido por outro fã de histórias
em quadrinhos, Mark Steven Johnson, estréia com 45 milhões
de dólares. Ben Affleck, Jennifer Garner, Colin Farrel e Michael
Clarke Duncan encontram-se bem estilizados como seus respectivos personagens
numa trama baseada nas histórias do roteirista e desenhista
Frank Miller, que ressuscitou o personagem nos quadrinhos. Apesar
de apresentar estrutura linear como o filme de Raimi, iniciando-se
com a origem do herói até o conflito final com o vilão,
o filme se dirige a um público mais adulto. O cenário
é uma Nova York de becos sujos, comandados pelo Rei do Crime.
Inicialmente,
o filme deveria ser alternativo, mas com o sucesso milionário
de "Homem-Aranha", a brincadeira ficou séria. "De
repente, injetaram mais 30 milhões de dólares a meu
orçamento de 40 milhões e a expectativa dos produtores
foi parar na estratosfera" - revela o diretor. O dinheiro investido
possibilitou a criação de efeitos visuais (CGI) para
a visão por radar do Demolidor; pena que não investiram
no figurino barato do herói. Para os fãs, há
uma série de referências espalhadas ao longo do filme
como a aparição do criador Stan Lee nas ruas de Nova
York e Kevin Smith no necrotério.
Três
meses depois, um dos filmes mais aguardados estréia: a seqüência
de "X-Men". Com um orçamento bem superior e mais
tempo, Bryan Singer lança seu "O Império Contra-Ataca"
e capricha em cenas de luta e uso de poderes mutantes. Apesar de já
ser uma franquia milionária, a produtora Lauren Shuler-Donner
ressalta: "Com o vasto catálogo de personagens a nossa
disposição, seria fácil escolher um vilão
escandaloso e realizar um filme bonito, mas vazio". O roteiro
é baseado numa antiga história escrita por um dos maiores
roteiristas dos X-Men nos quadrinhos, Chris Claremont, chamada "Deus
Ama, o Homem Mata", na qual o padre racista William Stryker ataca
os mutantes ao conquistar o público na mídia.
Singer
não desaponta os fãs que aguardaram três anos
desde o lançamento do primeiro filme da série. Há
seqüências já antológicas como o ataque ao
presidente na Casa Branca, a invasão da Mansão X e a
luta entre dois mutantes munidos de garras: Wolverine e Lady Letal.
"Acho que no futuro, X-Men será visto como um grande trailer
de X2" - divulga o entusiasmado Patrick Stewart. Com as cartas
já na mesa, Bryan Singer decide explorar outros personagens
e aprofundar o passado do protagonista Wolverine, utilizando flashbacks
rápidos. Obviamente, o "tratamento ficção
científica" do diretor permanece, valorizando não
somente a trama, mas os personagens que fizeram de X-Men um sucesso
comercial.
Enquanto
isso, Ang Lee se preparava para o lançamento de "Hulk".
Para quem estava pensando estar no topo do mundo, um fracasso deve
fazer bem à Marvel. Além da criatura digital não
satisfazer a maioria dos espectadores, a história não
foi muito convincente. Hulk sempre foi comparado ao personagem "Super-Homem"
devido à força, mas sua dualidade se iguala ao personagem
de "O Médico e o Monstro" (Dr. Jekyll/ Mr. Hyde)
de Robert Louis Stevenson. Lee bem que tentou inserir dramaticidade
e verossimilhança na história assim como a atuação
das personagens, todavia os efeitos especiais roubam a cena e as risadas,
pois muitos ligaram a figura verde ao ogro Shrek da mesma cor. Nas
próprias histórias em quadrinhos, o personagem criado
por Stan Lee não tinha uma base com potencialidade para o drama.
Basicamente, Hulk nasceu para dar dor de cabeça ao exército
e quebrar tudo à sua frente. Sua única salvação
era seu grande amor Betty Ross, vivida no cinema pela bela Jennifer
Connelly. Ang Lee perde o rumo ao mesclar drama psicológico
(trauma familiar) com o total fictício (o que dizer dos cães-Hulk
e do pai que vira um espectro de energia?). O diferencial do filme
está na montagem criativa de Tim Squyres que simula páginas
de quadrinhos, mas ainda assim num ritmo bastante moroso.
Futuro
Sem Garantias
Em
2004, a Marvel volta às telas de cinema com "Justiceiro"
(The Punisher), a seqüência de "Homem-Aranha"
e as prováveis adaptações de Quarteto Fantástico
e Motoqueiro Fantasma, além de uma retomada de Conan por Milius
em 2005. Em apenas cinco anos, a maldição que reinava
na Marvel Comics teve seus dias contados. Hoje, aquela velha DC Comics
está lutando para conseguir de volta o prestígio nas
telas de cinema com projetos difíceis de se concretizar. Entre
eles, o filme de Batman vivido pelo "psicopata americano"
Christian Bale dirigido por Christopher Nolan ("Amnésia"
e "Insônia"), "Superman" de McG ("As
Panteras" e "As Panteras Detonando") e, correndo por
fora, o filme solo da Mulher-Gato, provável "trash"
com Halle Berry, carregam as últimas esperanças da editora.
Além disso, outras editoras americanas estão aderindo
à moda de adaptar personagens para o cinema. Recentemente,
"A Liga Extraordinária" (The League of Extraordinary
Gentlemen/ 2003) de Alan Moore foi adaptado por Norrington ("Blade"),
rendendo milhões só nos EUA. Para este ano, "Hellboy"
e "Constantine" são as apostas do selo adulto Vertigo.
Com
uma safra cada vez mais rica e variada, o reinado da Marvel corre
riscos de desmoronar. Para quem já saboreou o gostinho amargo
da falência, a editora não pretende abandonar o trono
sem uma boa luta. Por mais que a editora perca esta briga, os fãs
vão pelo menos poder dizer aos netos que a Marvel chegou a
conquistar as bilheterias uma vez.
Sitegrafia
-
IMDb - Internet Movie Database (www.imdb.com):
Maior arquivo de produções cinematográficas entre
outros;
- Crônicas da Ciméria (http://rpgrock.net/cronicas):
Site brasileiro muito bem-elaborado para interessados na Era Hiboriana
de Conan;
- UXN (www.uncannyxmen.net):
Site americano para os fãs e feito pelos fãs dos mutantes
X-Men;
- Gibiteca (www.gibiteca.com.br):
Acervo de publicações e eventos no Brasil;
- Marvel Comics (www.marvel.com):
Site oficial da editora norte-americana.